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A ordem partiu de Otávio Augusto, primeiro imperador romano (27 a.C. a 14 d.C.).
Augusto era obstinado por tudo que tivesse relação com predições, adivinhações e afins.
Ele era altamente supersticioso.
Durante seu governo mandou buscar em todas as partes livros que contivessem predições em grego e latim. Enviou "caçadores" de livros para os confins do Império.
Conseguiu recolher mais de dois mil volumes desses livros. Mandou queimar todos aqueles cujos autores fossem anônimos.
Deixou ordens expressas para que só não fossem queimados os livros sibilinos, que são coletâneas de oráculos trazidos da Grécia para Roma.
Feita a triagem, guardou os livros selecionados em duas caixas douradas e as colocou aos pés da estátua de Apolo Palatino.
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“Porque não vos fizemos saber o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade, porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo'. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo" (Apóstolo Pedro).
VOLTAIRE ERA ATEU, DEÍSTA OU AGNÓSTICO?
quinta-feira, 25 de março de 2010
I SÉCULO d.C.: MAIS DE DOIS MIL LIVROS EM LÍNGUA GREGA E LATINA FORAM QUEIMADOS
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus (Ministério Templo Central). Graduado em História e Graduado em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Autor dos livros "Manual de português para o dia a dia forense" (2011), "A origem de Senador Pompeu e as nossas genealogias" (2019) e "Grandes Juristas Cearenses (2022, em coautoria). Autor e editor deste blog e também do blog portuguesdidatico.
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