O imperador Otávio Augusto governou Roma entre o período de 27 a.C. a 14 d.C.
Assim como os romanos da época, ele era bastante supersticioso e levava esse assunto muito a sério.
Certa vez ele pediu esmolas ao povo somente por causa de um sonho. Foi para a rua e estendeu sua mão com uma concha para que o povão ofertasse algum esmola.
De manhã, quando se levantava, se calçasse mal o sapato ou se trocasse o sapato do pé direito com o do esquerdo, era um péssimo sinal.
Se, porém, neblinasse ao sair para uma longa viagem, era sinal de que a viagem seria boa.
.
“Porque não vos fizemos saber o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade, porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo'. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo" (Apóstolo Pedro).
VOLTAIRE ERA ATEU, DEÍSTA OU AGNÓSTICO?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
IMPERADOR OTÁVIO AUGUSTO E SUAS SUPERSTIÇÕES
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus (Ministério Templo Central). Graduado em História e Graduado em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Autor dos livros "Manual de português para o dia a dia forense" (2011), "A origem de Senador Pompeu e as nossas genealogias" (2019) e "Grandes Juristas Cearenses (2022, em coautoria). Autor e editor deste blog e também do blog portuguesdidatico.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
AS AULAS NAS UNIVERSIDADES MEDIEVAIS
Qual era o método de estudo e como eram essas aulas nas primeiras universidades medievais?
Geralmente se começava com a leitura de um texto, que em seguida era comentado pelo professor.
Havia pouquíssimos livros e materiais didáticos, o que forçava os alunos a se aplicarem na arte da memorização. Quando anotavam alguma coisa, faziam em placas enceradas ou em pequenas losas riscadas com grafite.
O debate era o grande momento da aula, que, em boa parte, contava com a presença de visitantes (inclusive professores convidados de outras Universidades).
Quando Martinho Lutero afixou as 95 teses na porta do Castelo (em 1517), ele fez também o convite para que os estudantes debatessem e opinassem sobre o tema exposto, costume ainda muito presente nas Universidades da época.
.
Geralmente se começava com a leitura de um texto, que em seguida era comentado pelo professor.
Havia pouquíssimos livros e materiais didáticos, o que forçava os alunos a se aplicarem na arte da memorização. Quando anotavam alguma coisa, faziam em placas enceradas ou em pequenas losas riscadas com grafite.
O debate era o grande momento da aula, que, em boa parte, contava com a presença de visitantes (inclusive professores convidados de outras Universidades).
Quando Martinho Lutero afixou as 95 teses na porta do Castelo (em 1517), ele fez também o convite para que os estudantes debatessem e opinassem sobre o tema exposto, costume ainda muito presente nas Universidades da época.
.
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus (Ministério Templo Central). Graduado em História e Graduado em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Autor dos livros "Manual de português para o dia a dia forense" (2011), "A origem de Senador Pompeu e as nossas genealogias" (2019) e "Grandes Juristas Cearenses (2022, em coautoria). Autor e editor deste blog e também do blog portuguesdidatico.
Assinar:
Postagens (Atom)