Acreditava-se, na Grécia Antiga (no tempo de Aristóteles), que o sexo da criança era determinado unicamente pelo testículo do homem.
Também criam que, ao ejacular, o homem já lançava o bebê pronto e acabado no útero da mãe, no mesmo formato quando nasce, cabendo à mãe apenas alimentá-lo e dar as condições para que crescesse e nascesse saudável.
Os gregos antigos acreditavam também que o testículo direito era responsável pelo sexo masculino do bebê e o testículo esquerdo pelo sexo feminino. Ou seja, se nascesse um homem, é porque o bebê havia sido lançado do testículo direito do pai. Se nascesse mulher, do testículo esquerdo.
Para se comprovar a veracidade dessa crença, fizeram o seguinte: selecionaram alguns casais, que passaram a fazer sexo, cujo testículo do homem era amarrado de modo que impedisse a passagem dos espermatozoides.
Assim, o homem que tinha o testículo direito amarrado, nasceu um bebê do sexo masculino. De igual modo, homens que tiveram o testículo esquerdo amarrado, nasceu-se mulher.
Verificaram, portanto, que a tese era completamente furada e caiu por terra um mito, uma tese até então aceita entre os próprios estudiosos da época.
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“Porque não vos fizemos saber o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade, porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo'. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo" (Apóstolo Pedro).
VOLTAIRE ERA ATEU, DEÍSTA OU AGNÓSTICO?
terça-feira, 6 de outubro de 2009
NA GRÉCIA ANTIGA AMARRAVA-SE O TESTÍCULO DO HOMEM PARA COMPROVAR TEORIA ACERCA DO SEXO DO BEBÊ
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus (Ministério Templo Central). Graduado em História e Graduado em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Autor dos livros "Manual de português para o dia a dia forense" (2011), "A origem de Senador Pompeu e as nossas genealogias" (2019) e "Grandes Juristas Cearenses (2022, em coautoria). Autor e editor deste blog e também do blog portuguesdidatico.
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