O imperador Otávio Augusto governou Roma entre o período de 27 a.C. a 14 d.C.
Assim como os romanos da época, ele era bastante supersticioso e levava esse assunto muito a sério.
Certa vez ele pediu esmolas ao povo somente por causa de um sonho. Foi para a rua e estendeu sua mão com uma concha para que o povão ofertasse algum esmola.
De manhã, quando se levantava, se calçasse mal o sapato ou se trocasse o sapato do pé direito com o do esquerdo, era um péssimo sinal.
Se, porém, neblinasse ao sair para uma longa viagem, era sinal de que a viagem seria boa.
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“Porque não vos fizemos saber o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade, porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo'. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo" (Apóstolo Pedro).
VOLTAIRE ERA ATEU, DEÍSTA OU AGNÓSTICO?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
IMPERADOR OTÁVIO AUGUSTO E SUAS SUPERSTIÇÕES
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
AS AULAS NAS UNIVERSIDADES MEDIEVAIS
Qual era o método de estudo e como eram essas aulas nas primeiras universidades medievais?
Geralmente se começava com a leitura de um texto, que em seguida era comentado pelo professor.
Havia pouquíssimos livros e materiais didáticos, o que forçava os alunos a se aplicarem na arte da memorização. Quando anotavam alguma coisa, faziam em placas enceradas ou em pequenas losas riscadas com grafite.
O debate era o grande momento da aula, que, em boa parte, contava com a presença de visitantes (inclusive professores convidados de outras Universidades).
Quando Martinho Lutero afixou as 95 teses na porta do Castelo (em 1517), ele fez também o convite para que os estudantes debatessem e opinassem sobre o tema exposto, costume ainda muito presente nas Universidades da época.
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Geralmente se começava com a leitura de um texto, que em seguida era comentado pelo professor.
Havia pouquíssimos livros e materiais didáticos, o que forçava os alunos a se aplicarem na arte da memorização. Quando anotavam alguma coisa, faziam em placas enceradas ou em pequenas losas riscadas com grafite.
O debate era o grande momento da aula, que, em boa parte, contava com a presença de visitantes (inclusive professores convidados de outras Universidades).
Quando Martinho Lutero afixou as 95 teses na porta do Castelo (em 1517), ele fez também o convite para que os estudantes debatessem e opinassem sobre o tema exposto, costume ainda muito presente nas Universidades da época.
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
DIFERENTES RITUAIS CRISTÃOS LIGADOS À CRUZ DE CRISTO NOS QUATRO PRIMEIROS SÉCULOS
Por incrível que pareça, não era a cruz o símbolo do cristianismo, no século em que viveu Jesus. Era o peixe.
Aos poucos ela ganhou notoriedade, ao ponto de ser costumeiramente visualisada de forma sobrenatural, nas narrativas cristãs, até o IV séc. d.C., como no famoso relato do Imperador romano Constantino, que afirmou ter visto uma cruz nos céus, o que o teria levado a aderir posteriormente ao cristianismo.
Nos primeiros séculos da nossa era, os cristãos tinham o hábito de pintar uma cruz na parede oriental das casas, com o objetivo de fazer oração na direção do Oriente, sete vezes ao dia.
Posteriormente, a cruz deixou de ser pintada na parte oriental da casa e passou a ser pintada ou pregada em qualquer espaço do lar, sem levar em consideração a direção.
Ainda, hoje, principalmente no Nordeste brasileiro, é comum algumas pessoas fazerem o sinal da cruz com os dedos com o objetivo de desviar o curso de uma ventania (ou redemoinho, como é chamado aqui).
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Aos poucos ela ganhou notoriedade, ao ponto de ser costumeiramente visualisada de forma sobrenatural, nas narrativas cristãs, até o IV séc. d.C., como no famoso relato do Imperador romano Constantino, que afirmou ter visto uma cruz nos céus, o que o teria levado a aderir posteriormente ao cristianismo.
Nos primeiros séculos da nossa era, os cristãos tinham o hábito de pintar uma cruz na parede oriental das casas, com o objetivo de fazer oração na direção do Oriente, sete vezes ao dia.
Posteriormente, a cruz deixou de ser pintada na parte oriental da casa e passou a ser pintada ou pregada em qualquer espaço do lar, sem levar em consideração a direção.
Ainda, hoje, principalmente no Nordeste brasileiro, é comum algumas pessoas fazerem o sinal da cruz com os dedos com o objetivo de desviar o curso de uma ventania (ou redemoinho, como é chamado aqui).
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
terça-feira, 20 de outubro de 2009
PLANETA TERRA NÃO REGISTRA NASCIMENTOS E NEM MORTES DURANTE 10 DIAS DA EXISTÊNCIA HUMANA
Não estamos falando de um episódio bíblico ou algo do gênero. Nada disso. O relato a seguir é científico e está amparado segundo informações históricas.
Nos dias 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 de outubro de 1582 não houve nascimentos e nem mortes de seres humanos simplesmente porque tais dias nunca existiram no calendário gregoriano.
O motivo dessa inexistência se deve exatamente pela mudança do calendário juliano para o gregoriano. Ao fazer os ajustes necessários, percebeu-se que dez dias deveriam ser excluídos da contagem uma única vez.
Foi o que ocorreu. Do dia 4 de outubro de 1582 "pularam" diretamente para o dia 15 de outubro do referido ano.
Mas atenção: levamos em conta somente o calendário gregoriano. Pelo calendário judeu, por exemplo, tais dias existiram oficialmente, assim como em outros calendários. Quanto ao calendário muçulmano, tais datas ainda não chegaram, vez que para eles o ano 1 começa em 622 da nossa era.
Portanto, seria muita pretensão da nossa parte dizer que não houve nascimento e mortes nesse curto período.
O certo é que, para aqueles que adotam o calendário gregoriano (a grande maioria dos países do mundo) de fato não há registros de nascidos e mortos em tais datas.
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Nos dias 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 de outubro de 1582 não houve nascimentos e nem mortes de seres humanos simplesmente porque tais dias nunca existiram no calendário gregoriano.
O motivo dessa inexistência se deve exatamente pela mudança do calendário juliano para o gregoriano. Ao fazer os ajustes necessários, percebeu-se que dez dias deveriam ser excluídos da contagem uma única vez.
Foi o que ocorreu. Do dia 4 de outubro de 1582 "pularam" diretamente para o dia 15 de outubro do referido ano.
Mas atenção: levamos em conta somente o calendário gregoriano. Pelo calendário judeu, por exemplo, tais dias existiram oficialmente, assim como em outros calendários. Quanto ao calendário muçulmano, tais datas ainda não chegaram, vez que para eles o ano 1 começa em 622 da nossa era.
Portanto, seria muita pretensão da nossa parte dizer que não houve nascimento e mortes nesse curto período.
O certo é que, para aqueles que adotam o calendário gregoriano (a grande maioria dos países do mundo) de fato não há registros de nascidos e mortos em tais datas.
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
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