Por incrível que pareça, não era a cruz o símbolo do cristianismo, no século em que viveu Jesus. Era o peixe.
Aos poucos ela ganhou notoriedade, ao ponto de ser costumeiramente visualisada de forma sobrenatural, nas narrativas cristãs, até o IV séc. d.C., como no famoso relato do Imperador romano Constantino, que afirmou ter visto uma cruz nos céus, o que o teria levado a aderir posteriormente ao cristianismo.
Nos primeiros séculos da nossa era, os cristãos tinham o hábito de pintar uma cruz na parede oriental das casas, com o objetivo de fazer oração na direção do Oriente, sete vezes ao dia.
Posteriormente, a cruz deixou de ser pintada na parte oriental da casa e passou a ser pintada ou pregada em qualquer espaço do lar, sem levar em consideração a direção.
Ainda, hoje, principalmente no Nordeste brasileiro, é comum algumas pessoas fazerem o sinal da cruz com os dedos com o objetivo de desviar o curso de uma ventania (ou redemoinho, como é chamado aqui).
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“Porque não vos fizemos saber o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade, porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo'. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo" (Apóstolo Pedro).
VOLTAIRE ERA ATEU, DEÍSTA OU AGNÓSTICO?
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
DIFERENTES RITUAIS CRISTÃOS LIGADOS À CRUZ DE CRISTO NOS QUATRO PRIMEIROS SÉCULOS
Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
terça-feira, 20 de outubro de 2009
PLANETA TERRA NÃO REGISTRA NASCIMENTOS E NEM MORTES DURANTE 10 DIAS DA EXISTÊNCIA HUMANA
Não estamos falando de um episódio bíblico ou algo do gênero. Nada disso. O relato a seguir é científico e está amparado segundo informações históricas.
Nos dias 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 de outubro de 1582 não houve nascimentos e nem mortes de seres humanos simplesmente porque tais dias nunca existiram no calendário gregoriano.
O motivo dessa inexistência se deve exatamente pela mudança do calendário juliano para o gregoriano. Ao fazer os ajustes necessários, percebeu-se que dez dias deveriam ser excluídos da contagem uma única vez.
Foi o que ocorreu. Do dia 4 de outubro de 1582 "pularam" diretamente para o dia 15 de outubro do referido ano.
Mas atenção: levamos em conta somente o calendário gregoriano. Pelo calendário judeu, por exemplo, tais dias existiram oficialmente, assim como em outros calendários. Quanto ao calendário muçulmano, tais datas ainda não chegaram, vez que para eles o ano 1 começa em 622 da nossa era.
Portanto, seria muita pretensão da nossa parte dizer que não houve nascimento e mortes nesse curto período.
O certo é que, para aqueles que adotam o calendário gregoriano (a grande maioria dos países do mundo) de fato não há registros de nascidos e mortos em tais datas.
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Nos dias 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 de outubro de 1582 não houve nascimentos e nem mortes de seres humanos simplesmente porque tais dias nunca existiram no calendário gregoriano.
O motivo dessa inexistência se deve exatamente pela mudança do calendário juliano para o gregoriano. Ao fazer os ajustes necessários, percebeu-se que dez dias deveriam ser excluídos da contagem uma única vez.
Foi o que ocorreu. Do dia 4 de outubro de 1582 "pularam" diretamente para o dia 15 de outubro do referido ano.
Mas atenção: levamos em conta somente o calendário gregoriano. Pelo calendário judeu, por exemplo, tais dias existiram oficialmente, assim como em outros calendários. Quanto ao calendário muçulmano, tais datas ainda não chegaram, vez que para eles o ano 1 começa em 622 da nossa era.
Portanto, seria muita pretensão da nossa parte dizer que não houve nascimento e mortes nesse curto período.
O certo é que, para aqueles que adotam o calendário gregoriano (a grande maioria dos países do mundo) de fato não há registros de nascidos e mortos em tais datas.
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
ORIGEM DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS E DA MATRÍCULA PARA ADVOGADOS
Quem nunca ouviu falar de Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)?
Você já contratou algum advogado para resolver alguma querela judicial?
Pagou quanto por esse serviço?
Você observou a matrícula dele?
Impossível não se estudar a história do Direito e não se estudar o Direito Romano.
No governo do imperador Cláudio (41 d.C. a 54 d.C.) foi estabelecido que os advogados tivessem direito a honorários dentro de certos limites (no máximo 10.000 sestércios) por ação onde o mesmo atuasse.
Também ficou estabelecida a obrigatoriedade do advogado se inscrever (matrícula) na corporação (por sinal, também criada no governo do referido imperador), cujo nome era Colégio ou Corporação Advocatícia.
Observe-se que o valor máximo não era calculado a partir de dados percentuais (como é o caso do Brasil - 20% sobre o valor da causa), e sim através de um teto ordinário máximo.
Eis, portanto, como surgiram os limites dos honorários, as matrículas dos advogados e a corporação que regeria internamente a dita classe.
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
D. PEDRO II E MARECHAL DEODORO TROCARAM INSULTOS E PIADAS EM PLENA REUNIÃO DURANTE A CRISE DO IMPÉRIO BRASILEIRO
Marechal Deodoro da Fonseca, sucessor de D. Pedro II, interessado no fim do Império, passou a tratar o então imperador com certo desdém, mesmo quando ainda estava subordinado ao herdeiro Português.
Certa vez os dois se encontraram em uma reunião, juntamente com outos convidados, a fim de tratarem acerca da crise do Império.
Nessa ocasião, Marechal Deodoro deixou que sua espada caísse no chão, o que gerou um susto no imperador, vez que este estava cochilando em plena reunião.
Assustado, ao perceber a espada caindo, teria dito ao Marechal:
"Deodoro, na guerra não se pode deixar a espada cair!"
Na mesma hora, Deodoro respondeu:
"E na governança de uma nação, não se pode cochilar, D. Pedro!"
O imperador cochilou e os militares tomaram o poder.
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Certa vez os dois se encontraram em uma reunião, juntamente com outos convidados, a fim de tratarem acerca da crise do Império.
Nessa ocasião, Marechal Deodoro deixou que sua espada caísse no chão, o que gerou um susto no imperador, vez que este estava cochilando em plena reunião.
Assustado, ao perceber a espada caindo, teria dito ao Marechal:
"Deodoro, na guerra não se pode deixar a espada cair!"
Na mesma hora, Deodoro respondeu:
"E na governança de uma nação, não se pode cochilar, D. Pedro!"
O imperador cochilou e os militares tomaram o poder.
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Sou evangélico, membro da Assembleia de Deus. Graduado em história e pós-graduado em Direito Constitucional (especialização)
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