domingo, 17 de abril de 2011

MALDIÇÕES NA FAMÍLIA REAL: FRADE FRANCISCANO TERIA SIDO O AUTOR DE TODAS ELAS

Ainda hoje há quem acredite e quem duvide de maldições; ou melhor, de seus efeitos, uma vez que para que seja proferida a maldição basta que alguém o faça por meio de palavras ou rituais especificamente direcionados para esse fim.

Sem debater o mérito de sua eficácia, falaremos sobre as informações que dão conta de que a família Bragança, da qual faziam parte os herdeiros portugueses que introduziram o Império no Brasil (D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II), fora vítima de uma maldição, feita ainda no século 17 por um frade franciscano.

O primeiro membro da família Bragança ao chegar ao poder português foi D. João IV, logo após a União Ibérica - período histórico em que Espanha e Portugal foram governados por reis espanhóis, cujo fim se deu em 1640.

Um frade franciscano pediu esmola ao duque de Bragança (D. João IV), e, como resposta, o monarca português deu-lhe um pontapé. Na ocasião o rei estaria de mau humor e não teria exitado ao desferir os chutes no pedinte.

Em represália, o frade rogou contra o rei uma maldição, segundo a qual todos os primogênitos da real dinastia dos Braganças morreriam ainda na infância, de modo que não alcançariam o trono.

D. Pedro I, que não era primogênito, parece ter sido vítima - se é que podemos falar assim -, de resquícios dessa "maldição": sofria de epilepsia, um mal que tirou seu sono por longos anos.

Até os dezoito anos de idade, D. Pedro havia sofrido no mínimo de seis ataques. O primeiro foi registrado depois de completar 13 anos de idade, em outubro de 1811. Em maio de 1816, sofreria de um violento ataque, ocorrido durante uma parada militar. O príncipe se debatia em convulções, com o rosto em terra e a boca cheia de espuma.

A maldição protagonizada pelo referido frade franciscano não era um assunto público, de modo que a família Bragança parecia evitar. Seria, na verdade, um segredo de família, em cuja crença não havia unaminidade por parte de seus membros, embora a família soubesse que foi o que de fato aconteceu: todos os primogênitos - sem exceção -, morreram na infância, fato constatado por mais de duzentos anos.

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Um comentário:

  1. Acredito em maldições. É importante observar o que nos acontece no decorrer de nossas vidas e dos nossos antepassados...

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