terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SEXO, PEDOFILIA, BEIJO NA BOCA ENTRE PROFESSOR E ALUNO, MASTURBAÇÃO... TUDO ERA NORMAL PARA ELES

As antigas culturas grega e romana representaram, por muitos séculos, um verdadeiro divisor de águas. Por um lado atraiu a atenção de filósofos, como Nietzsche (que condenou o cristianismo por destruí-las - além de outros motivos) e por outro lado fez com que a Igreja agisse de forma dura contra quem pretendesse viver segundo alguns princípios morais gregos e romanos, os quais foram vistos como imorais, como a pedofilia e o homossexualismo.

Já vimos que o imperador Tibério tinha o hábito de fazer sexo oral com meninos de pequena idade. Galeno, famoso médico romano do segundo século d.C., relatou que havia um gramático em Pérgamo que só ia ao banho se levasse um de seus escravos com ele, que tinha inclusive a tarefa de despi-lo e vesti-lo.

Marco Aurélio, imperador romano que fora conterrâneo de Galeno, era (quando adolescente), constantemente beijado na boca por seu professor particular. Na época o beijo na boca entre homens era interpretado como uma forma de obediência do servo em relação a seu senhor, do aluno em relação ao seu professor (e vice-versa). Até Sócrates era adepto da prática sexual com adolescentes. Ele, no caso, era o agente ativo.

O poeta italiano Estácio, que viveu no primeiro século d.C. e que na Idade Média inspirou homens como Dante Alighieri e Giovanni Boccaccio, deixou um poema que retrata bem a questão:

"Mal nascera, ele me dirigiu seu vagido, envolveu-me com isso, traspassou-me; ensinei-o a usar as palavras, acalmei-lhe as dores e as penas na idade em que engatinhava pelo chão e me abaixava para pegá-lo nos braços e beijá-lo; enquanto ele viveu, não desejei filhos."

A relação entre o "maior" e o "menor" era de completa obediência. Escravos tinham que dormir bem ao lado do quarto de seu senhor. Eram recomendados a observar atentamente o que acontecia ao seu redor. Sempre que fosse percebido algo em matéria de sexo, eles deveriam correr ao ouvido de seu senhor e lhe relatar o acontecido.

Heitor e Andrômaca, casal que teria participado da Guerra de Troia, foram vítimas dos olhares indiscretos de seus próprios escravos. Estes flagraram os dois "fazendo amor" justamente no momento em que a esposa cavalgava sobre o marido. Sem o menor pudor, todos passaram a se masturbar ali mesmo.

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