quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SANTO CATÓLICO É CONDENADO JUDICIALMENTE E AINDA LEVA SURRA COM VARAS

Dizem que num país europeu um homem entrou com uma ação judicial por danos morais contra Deus alegando que este não cumpriu acordo firmado com aquele. O processo teria sido arquivado depois que os oficiais de justiça atestaram que o requerido (no caso Deus) não foi encontrado.

Na Idade Média, não somente pessoas eram processadas judicialmente, como também animais domésticos, como registramos em outros momentos aqui mesmo no blog.

No Brasil, início do século 19, um santo católico se deparou com uma situação parecida. O problema é que ele já era falecido e, ante o estado de surdez, permaneceu em silêncio e teve todos os seus bens confiscados e ainda sofreu grande humilhação.

Vamos aos detalhes:

Na ocasião, um juiz brasileiro entendeu que os donos de escravos deveriam responder pelos crimes praticados por seus subordinados - no caso os escravos.

Como um escravo criminoso estava registrado em nome de Santo Antônio, o juiz entendeu por bem processar o referido santo, que chegou a ser intimado pessoalmente - ou melhor, por meio de sua estátua.

Isto mesmo! E depois de intimado e não tendo respondido à demanda, o juiz ordenou que ele, ou melhor, a estátua, fosse arrancada à força do altar.

Foi o que aconteceu. A estátua fora conduzida ao recinto onde se processaria o julgamento sob vara e sobre os lombos de um burro.

.

Nenhum comentário:

Postar um comentário