quarta-feira, 8 de setembro de 2010

LEONARDO DA VINCI ERA FILHO DE ESCRAVA

Leonardo da Vinci (1452 - 1519 d.C.) é considerado por muitos o homem mais completo de todos os tempos. Completo por causa de seu conhecimento. Viveu numa época em que o mundo europeu estava imerso no Antropocentrismo, na crença e na tentativa de perpetuar o homem no centro da atenção do mundo.

Acreditava-se, na época, que o alcance da perfeição humana estava diretamente ligada à variedade de conhecimento de que o ser humano fosse portador. Da Vinci era pintor, filósofo, escultor, arquiteto, músico, poeta, botânico, anatomista, inventor, engenheiro, cientista, matemático. Para a sociedade renascentista, dominar tantos ramos do conhecimento era a glória para um ser humano.

Esse conceito sobre o pintor já vinha sendo dado ainda quando o italiano era vivo. Homens como o rei da França, por exemplo, com quem Leonardo conviveu em seus últimos dias de vida, chegou a afirmar que até aquele momento não existiu nenhum homem comparável ao famoso pintor.

Até bem pouco atrás se acreditava que Leonardo fosse filho de uma camponesa. Estudos recentes apontam, no entanto, que o pintor era filho de uma escrava árabe. Era comum, na época, mulheres serem trazidas do Oriente Médio para viver como escravas na Europa.

O pai de Leonardo fora contemplado com uma valiosa casa que recebera de herança deixada em testamento por um velho amigo, que, por sinal, somente deixou para esposa uma escrava (provavelmente a mãe de Da Vinci), o que teria feito com que o pai do pintor deixasse a viúva do velho amigo viver na mesma casa, uma vez que ele havia se interessado por Caterine, a escrava, com quem se casou depois.

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2 comentários:

  1. Olá amigo!
    Acabei de encontrar seu blogue e estou adorando, muito interessante. Parabéns pela iniciativa

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