domingo, 19 de setembro de 2010

GATO PRETO . . . CONHEÇA ALGUMAS CRENDICES QUE CHEGARAM AOS DIAS ATUAIS ASSOCIADAS AOS ANIMAIS

Passar por baixo de escada, ganhar de presente uma galinha preta ou mesmo cruzar com um gato preto são, ainda, presságios de má sorte. Abaixo, algumas dessas curiosidades que chegaram aos dias de hoje.

A Idade Média tinha uma teoria para a existência da grande orelha do burro: ele não conseguiu decorar seu nome e como castigo Deus teria puxado as ditas orelhas até elas esticarem.

O gato estava no imaginário popular, sendo constantemente associado a fatos ruins, demoníacos. Pelo menos até o século dezoito o referido animal era visto como fiel companheiro das bruxas e mesmo do próprio capeta.

Acreditava-se, também, que para o ser humano ficar invisível bastava comer o cérebro de um gato logo após a morte deste, desde que ainda estivesse quente. Era comum o felino ser apedrejado nas ruas. Quebrar a perna de um gato seria uma forma de diminuir seu poder satânico. Se no outro dia - acreditem - aparecesse alguma mulher com a perna mancando era a prova de que ela seria uma bruxa, que estaria camuflada em forma do gato que teve a perna quebrada.

No Piauí, por volta de 1758, a Inquisição teve que apurar denúncias de que bruxas estavam tomando a forma de cavalo, cão e bode. Este último, por sinal, era acusado de ser uma autêntica representação do capeta. A crença se deve pelo fato da Bíblia afirmar que para o lado direito irão as ovelhas e para o lado esquerdo (uma representação do inferno) o bode.

Mas o "sujo" também gostava de aparecer camuflado em forma de mosca, rato, cobras, morcegos. Por outro lado, havia a crença de que matar gato dava sete anos de azar, assim como matar cachorro tornaria o assassino devedor de São Lázaro.

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