sexta-feira, 20 de agosto de 2010

RAPIDINHAS SOBRE FAMOSOS DITOS INTELECTUAIS

O filósofo Hegel, certa vez, teria chegado à sala de aula com apenas um sapato. O outro? Ficou submerso em um poço de lama, enquanto ele se dirigia à faculdade. O curioso é que ele não teria percebido a ausência do sapato fujão: é que o filósofo estava tão distraído em seus pensamentos que não notou o ocorrido.

Einstein, o famoso cientista do século XX, adorava andar de bicicleta. Teve que se render aos conhecimentos de sua esposa, que era uma excelente matemática. Especula-se que ela teria dado uma mãozinha ao cientista em seus cálculos sobre a Teoria da Relatividade. Eistein foi um amante do mundo feminino: era chegado a um rabo de saia

Kant era altamente formal, ritualista. Dizia-se que, aquele que pudesse observar o cotidiano do filósofo não necessitaria de relógio, pois ele fazia tudo no mesmo horário. Era metódico em tudo, sem falar que, ao contrário do pensamento corrente na época, não viajou, limitou-se a sua região.

Descartes, por sua vez, foi um caixeiro-viajante. Viajou muito, residiu em muitos lugares diferentes. Aproveitou para estudar a cultura de cada local. Quando percebia que o ambiente não lhe era favorável, tratava de mudar de cidade, inclusive de país (se preciso fosse).

Nietzsche, quando já estava louco, teria flagrado sua irmã chorando e olhando para ele. O filósofo teria indagado a irmã sobre o porquê do choro e concluído com uma pergunta: "Não somos felizes?"

Sócrates não gostava de trabalhar: vivia à custa dos amigos. Parece não ter ligado muito para a esposa, o que não a impediu de chorar copiosamente quando ele foi condenado. O filósofo tinha, também, o hábito de colocar as mãos no nariz. Não era dado à higiene.

Platão gostava de uma festinha. Mesmo sendo rico, não se incomodava e sempre que podia marcava presença nos aniversários dos discípulos e amigos. Certa vez fora convidado a uma dessas festanças. Participou ativamente e entrou pela madrugada. Sentiu-se cansado e se retirou um pouco a um lugar mais privado, onde acabou dormindo sobre uma cadeira. Quando foram acordá-lo, pela manhã, o filósofo não respondeu: estava morto.

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