quinta-feira, 15 de julho de 2010

TOMAR CAFÉ PODERIA RESULTAR EM EXCOMUNHÃO OU EM EXALTAÇÃO PARA QUEM O CONSUMISSE

O famoso cafezinho, apreciado em todo o mundo, é portador de alguns fatos inusitados.

No Brasil ele passou a ser o produto mais exportado a partir de 1830. Seu poder econômico foi tanto que resultou na criação da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em 1848.

Já serviu para separar casais, para gerar briga entre papas, discórdias entre muçulmanos e até assassinatos.

Na França do século XVIII, foi servido nas mesas palacianas, quando foram realizados alguns rituais em torno da bebida.

Tomar café era sinônimo de nobreza.

Na Turquia houve uma lei que autorizava a mulher a se divorciar do marido, caso este não provesse a casa com café suficiente para as necessidades habituais, dentre as quais a de oferecer ao visitante, uma prática nobre.

Na Arábia, chegou a ser considerado uma bebida satânica. Tal crença fez com que muitas sacas fossem incineradas. Por outro lado, tal medida constrangeu um sultão - que considerava o café um produto divino -, tendo ele ordenado o assassinato de quem partiu a ordem para a queima do produto.

Na época da Reforma e da Contrarreforma, o produto dividia a igreja. Uns achavam que o café era diabólico por ter vindo do Oriente. Outros, por sua vez, diziam que o café era sagrado.

Esses posicionamentos fizeram com que um papa cogitasse a possibilidade de oficializar a excomunhão do café, o que faria com que todos aqueles que provassem da bebida fossem expulsos da igreja.

Outro papa, pensando diferente, afirmou que o café é de Deus, e por este motivo, deveria ser batizado e rotulado em definitivo como sendo de produto genuinamente cristão.

.

Nenhum comentário:

Postar um comentário