sexta-feira, 25 de junho de 2010

PRIMEIRO IMPERADOR SE APROVEITA DO PODER PARA CONSTRANGER SEXUALMENTE MULHERES CASADAS

Estamos falando de Otávio Augusto, primeiro imperador romano. Antes de se tornar o chefe absoluto de todo o Império, dividiu o poder com Lépido e Marco Antônio, de cuja associação nasceu o Segundo Triunvirato.

Augusto tinha fama de mulherengo, apesar de que em seu governo tentou implantar leis que contornassem os costumes morais, então corrompidos.

Quando se sentia impulsionado a fazer sexo, não controlava seus instintos. Uma vez recebeu alguns convidados em sua casa, dentre os quais estavam um cônsul e sua esposa. Augusto sentiu-se atraído pela mulher de seu convidado.

Quando estavam na sala de jantar, pediu, na presença de todos, que a mulher o acompanhasse até um local reservado: seu quarto. Ao retornarem, todos perceberam que as orelhas dela estavam vermelhas, bem como seus cabelos estavam "assanhados".

Alguns de seus amigos pessoais tinham hábitos nada comuns, os quais eram aprovados por Augusto: costumavam seduzir mulheres casadas para que se dirigissem, acompanhadas de suas filhas menores, a ambientes reservados a fim de que eles as examinassem minuciosamente (mãe e filha).

Tal postura levou o amante de Cleópatra a repudiar Augusto, e o fez através de algumas cartas que lhe foram enviadas, diretamente do Egito.

Uma vez usou do dinheiro público para promover uma verdadeira orgia: os convidados e as convidadas deveriam comparecer vestidos de deuses gregos e romanos, oportunidade na qual ele se apresentou como Apolo, o deus da beleza, da perfeição física.

Essa festança trouxe escândalos em Roma, o suficiente para que surgissem versos e outras composições literárias criticando a atitude de Otávio Augusto. Parte destas composições chegaram até nós.

Quando velho, tinha o hábito de corromper as moças virgens, que eram cuidadosamente selecionadas, muitas vezes com a ajuda de sua própria esposa.

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