terça-feira, 1 de junho de 2010

LIVROS EMPRESTADOS E NÃO DEVOLVIDOS RESULTAM EM QUEIXA FORMAL DO GOVERNO BRASILEIRO AO GOVERNO INGLÊS

O fato aconteceu em 1813 (ou 1815), no Rio de Janeiro, então capital do Brasil.

Residiu no Brasil um culto embaixador inglês, que chegou a traduzir uma das obras de Camões para a língua inglesa. O embaixador era viciado em livros.

Certa vez ele tomou emprestados dois livros antigos da Real Biblioteca, do Rio de Janeiro. Foi embora para a Inglaterra sem devolvê-los.

Antes de ir, porém, recusou de D. João VI doze barras de ouro. O rei português não se importou com a recusa, mas ficou enfurecido quando soube que o embaixador não devolvera os dois livros.

D. João sentiu-se pessoalmente ofendido. Prestou queixa formal ao governo inglês e encarregou seu embaixador em Londres de reaver as duas obras.

D. João VI tinha um amor especial aos livros, assim como seus descendentes.

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