domingo, 13 de junho de 2010

CRIANCINHAS RECÉM-NASCIDAS ERAM MORTAS PARA SEREM DEVORADAS POR SEUS PAIS E IRMÃOS

Quando se fala em canibalismo logo pensamos nos índios brasileiros do século XVI ou em algumas tribos africanas do século XIX.

Mas o homem branco europeu, aquele povo que se autojulgava superior ao índio e ao negro, também foi canibal, e o fez com uma certa frequência.

Por volta do século VIII parte da Europa passou por uma séria crise alimentícia. Tal condição possibilitou que o canibalismo habitasse aquela região.

Com uma certa frequência era comum os humanos comerem excrementos uns dos outros para evitarem a morte causada pela fome.

Não era suficiente. Para evitar que famílias inteiras fossem dizimadas sem ter o que comer, pais matavam um dos filhos para que pudessem se alimentar de sua carne.

Irmãos comiam irmãos, os filhos comiam a carne dos pais.

Quando uma criança nascia, geralmente matavam o bebê - principalmente se fosse mulher -, cuja atitude tinha dois objetivos: saciar a fome da família e evitar mais uma boca para ser alimentada.

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