domingo, 27 de junho de 2010

BRASIL: O CHEFE DE ESTADO QUE GOSTAVA DE ANDAR COM UM PENICO, COSTUMEIRAMENTE USADO EM SEUS PASSEIOS DE FINS DE TARDE

Na história do Brasil há, sem dúvidas, muitos fatos e personagens pitorescos. A narrativa do fato que você lerá agora certamente faz parte desse grupo seleto.

Houve um chefe de estado que gostava de fazer passeios nos fins de tarde. Não ia sozinho; saia com alguns familiares e com alguns subordinados, todos prontos para cumprirem as ordens da então maior autoridade do Brasil.

Em tais passeios, costumava levar consigo um penico e uma armação composta de três peças que servia de um vaso sanitário.

Comumente ele emitia ordens para que a comitiva parasse. O chefe de estado queria fazer cocô. Descia do transporte que o conduzia com uma certa dificuldade, e se aproximava do vaso sanitário, previamente adaptado às suas necessidades e à sua fisiologia.

O camareiro - que fazia parte da comitiva -tinha o dever de desabotoar as calças de seu senhor e baixá-las, até que este pudesse fazer suas necessidades fisiológicas.

Ele fazia cocô na presença de todos, mesmo das mulheres. Concluído o doloroso dever sagrado, um empregado particular se aproximava e limpava o bumbum daquele apático chefe de estado.

Uma vez limpo, o mesmo camareiro que desabotoara suas calças se aproximava para abotoá-las.

E o passeio continuava, até que a hora da fome chegasse - um dos momentos mais esperados por esse misterioso homem. Em pleno passeio ele pedia sua merenda: frango assado, seu prato predileto.

Costumava levar pedaços de frangos nos bolsos de seu velho casaco (que sempre andava sujo), os quais eram comidos de tempos em tempos. Muito provavelmente ele não lavava as mãos antes de pegar nos saborosos pedaços de frango, mesmo depois de ter feito o cocô a que nos referimos acima.

Costumeiramente parava para conversar com as pessoas, comendo frango e se deleitando com a paisagem.

O nome desse chefe de estado é D. João VI, pai de D. Pedro I.

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