quarta-feira, 23 de junho de 2010

ATUALIDADE: PROFESSOR E MATEMÁTICO BRASILEIRO ABANDONA ESPOSA NO LAR E VAI EM BUSCA DO DESENHO GEOMÉTRICO PERFEITO

Na postagem anterior vimos que o círculo, retratado como o desenho perfeito, estava no imaginário não só de religiosos como de homens comumente ditos científicos.

Há, atualmente no Brasil, um matemático e professor* universitário (brasileiro, natural do Ceará) que, pelo menos até o final do século XX (por volta de 1997), acreditava na existência de plantas que forneciam o desenho geométrico perfeito, diferente do círculo, talvez.

Por ser ateu convicto, provavelmente ele divergia da opinião dos religiosos e de alguns homens da ciência com relação ao círculo e sua relação com a perfeição de Deus.

Ele próprio chegou a afirmar que, nos períodos de carnaval, deixava sua esposa em casa, enquanto ele adentrava na flora brasileira em busca desse tesouro geométrico.

Autor de algumas teorias científicas, pediu que sua esposa cooperasse com ele exatamente nos dias em que ela estivesse menstruada. Para tanto, ela precisaria se submeter a medições com régua; esta, por sua vez, era utilizada no órgão genital da esposa; não se sabe se era introduzida, ao que tudo indica, não.

Quando estava (década de 70) no primeiro ano do antigo 2º Grau, ele era o pior aluno da sala. Decidiu raspar a cabeça, exatamente numa época em que era moda o homem usar cabelos volumosos. Quando chegou em casa seu pai lhe perguntou se havia passado no vestibular ou se tinha entrado para o serviço militar, os dois motivos mais comuns para um homem raspar a cabeça nesse tempo.

Ele disse que aquelas palavras o despertaram para o estudo. No terceiro ano já era o melhor aluno da sala. No ano seguinte tentou o vestibular e foi aprovado. Passou em vários vestibulares e iniciava todos os cursos, mas não concluia nenhum, porque, segundo o próprio, se deparava com problemas de matemática sobre os quais ele não tinha uma compreensão definida. Decidiu que teria que fazer Matemática e se tornou um amante da disciplina, tanto que hoje é um respeitado professor e querido por seus alunos.

Quando foi se casar, colocou no lado externo do convite de casamento um problema de matemática para que os convidados pudessem resolvê-lo antes de participarem da cerimônia.

Divorciou-se. Não se sabe exatamente o motivo. Pelo visto o desejo de encontrar o desenho geométrico perfeito ainda sobrevive nos dias hoje.

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*O blogue não revelará seu nome porque ele ainda é vivo e atuante nas universidades.

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2 comentários:

  1. Robério, o perigo dele sair por aí atrás do desenho geométrico perfeito, são outros encontrar o desenho perfeito na casa dele. Talvez esteja aí a causa do divórcio: ELE COM A RÉGUA NÃO PERCEBEU COM OS OLHOS E TATO O QUE OS OUTROS EXPERIMENTARAM EMPIRICAMENTE!

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  2. Quando ele deu uma palestra aqui no Ceará, nossos conterrâneos afirmaram a mesma coisa. Ele apenas sorriu.

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