segunda-feira, 24 de maio de 2010

PADRE FLAGRA REI SENDO MASTURBADO E RECEBE COMO PUNIÇÃO A TRANSFERÊNCIA PARA UM PAÍS AFRICANO

O caso inusitado aconteceu no Brasil e envolveu o pai de D. Pedro I.

D. João VI vivia separado da mulher, a espanhola Carlota Joaquina, desde 1805, de cuja data em diante passaram a conviver em ambientes diferentes. Não há registros de que, no Brasil, o rei português tivesse tido encontros amorosos com mulheres.

Com homens já foi diferente. D. João VI manteve um relacionamento amoroso com seu camareiro predileto, a quem concedeu vários títulos honoríficos enquanto esteve no Brasil.

Tal camareiro dormia num quarto ao lado do rei e, dentre suas obrigações para com o monarca, estava inclusa a tarefa de masturbá-lo regularmente.

Certa vez, numa casa de fazenda, o casal fora flagrado por um padre, que os encontrou em momentos íntimos.

O padre foi transferido para Angola, provavelmente como uma forma de abafar o caso. Mas não foi suficiente. Antes de ser transferido, o padre deixou, por escrito, o registro do que presenciara.

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