quarta-feira, 5 de maio de 2010

A JUSTIFICATIVA RELIGIOSA QUE VÁRIOS MONGES ENCONTRARAM PARA SE BANHAREM APENAS CINCO VEZES POR ANO

Quem nunca tomou conhecimento de alguma forma de fanatismo (religioso, político, ideológico) que atire a primeira pedra!

A religião reúne, sem a menor dúvida, muitos e curiosos exemplos de atos fanáticos, ainda que o conceito de fanatismo seja subjetivo.

Há relatos entre os evangélicos, por exemplo, de membros que se negavam a passar perfume porque diziam que o crente tem que ter o cheiro de Jesus. Isso em pleno século XX.

São Jerônimo (347 a 420 d.C.) dizia que aquele que aceitou a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida e se lavou no sangue do Cordeiro (Jesus), não precisava mais aguar o corpo.

Pelo visto vários monges medievais levaram a sério tal apologia, porque há registros de que muitos deles tomavam banho cinco ou seis vezes por ano.

É bem verdade que a Idade Média registrou altos índices de falta de higiene pessoal, mas poucos são os casos comparáveis aos ensinamentos de São Jerônimo . . . por puro fanatismo, claro!

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