segunda-feira, 3 de maio de 2010

EM 1808 UM MERCADOR DE ESCRAVOS CEDEU SUA CASA RESIDENCIAL PARA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA RESIDIR E TERMINOU POR PERDÊ-LA DE VEZ

Quando a Família Real Portuguesa se arranchou no Rio de Janeiro, em 1808, recebeu uma das casas mais belas da então capital federal para residir.

O presente fora dado por um dos mais ricos mercadores de escravos que residiam no Brasil. Na verdade o imóvel sequer poderia ser chamado de casa e sim de um palácio, tamanha sua imponência.

D. João gostou e não mais entregou o imóvel. Em 1816, quando D. Pedro I se casou, resolveu ampliar o palácio, que acabou se tornando de vez a sede do governo imperial.

Em troca o mercador recebeu vários títulos e condecorações da Família Real. Foi nomeado tabelião, corretor, escrivão e deputado da Real Junta de Comércio.

Foi no mesmo palácio que nasceu e cresceu D. Pedro II, que na sua gestão mandou ampliar os jardins que embelezaram ainda mais aquele ambicioso local.

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