quinta-feira, 18 de março de 2010

GORDINHAS E BAIXINHOS: CONHEÇA ONDE E QUANDO ELES E ELAS FAZIAM SUCESSO

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Hoje é moda o homem ser "sarado" e a mulher ser magra. Quem não se enquadra nesses padrões praticamente se sente um lixo, um "zé ninguém", "um zero à esquerda".

Mas nem sempre foi assim.

Há estudos que indicam que entre os ancestrais do ser humano, o macho que tinha a maior barriga e a menor estatura tinha maior poder de sedução junto às fêmeas da mesma espécie.

Esses mesmos machos, sendo baixos e barrigudos, conseguiam impressionar as fêmeas quando iam brigar com um concorrente mais robusto e de maior estatura.

Já na Grécia antiga, notadamente em Esparta, era a mulher peituda e de ancas largas que despertavam o interesse dos homens.

Como na Grécia antiga o peso e a estatura do casal estavam diretamente associados à crença de que seus filhos seriam fortes se os pais assim o fossem, era normal a busca e a valorização de mulheres mais gorduchas.

Não por menos que os "Ricardões" espartanos, sendo fortes, eram inocentados pelo Estado, em caso de um triângulo amoroso.

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