quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

LIVROS ENVENENADOS HÁ SÉCULOS AINDA PODEM REPRESENTAR UM PERIGO

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No romance O Nome da Rosa, Umberto Eco mostrou a morte de alguns monges medievais depois que os mesmos folhearam livros considerados apócrifos pela Igreja Católica.

Revelou, assim, que membros da igreja colocavam veneno na ponta das folhas de livros considerados perigosos, segundo a ótica católica.

A intenção era evitar que tais livros fossem lidos. Um dos livros apontava Aristóteles como autor. Ironicamente, depois a mesma igreja (com Tomás de Aquino) passou a adotar parte da filosofia aristotélica, notadamente a que fazia menção à primeira causa não causada.

Atualmente pesquisadores alertam que alguns livros escritos naquela época ainda podem estar envenenados, o que representariam um perigo para quem os folhear nos dias de hoje.

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2 comentários:

  1. E você realmente acredita que uma história inventada por Humberto Eco foi verdade? Francamente

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  2. A referida obra só se tornou conhecida séculos após a época narrada na historia inventada por eco.

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