quinta-feira, 19 de novembro de 2009

NA TERRA DE GUERREIROS, RICARDÃO MUSCULOSO PASSAVA BEM

Na Grécia antiga, notadamente em Esparta, ser guerreiro era sinônimo de valorização.

Acreditava-se, naquela época, que homens e mulheres fortes gerariam filhos fortes. Em matéria de adultério, o homem poderia trair, mas a mulher não.

Todavia, existia somente uma saída para a mulher que traísse o marido não fosse punida. Vamos vê-la então.

Se traído, o homem poderia levar o caso aos magistrados. Na audiência, deveriam comparecer o corno, a adúltera e o Ricardão.

Primeiro entravam a mulher e o respectivo marido. Em seguida o juiz mandava entrar o Ricardão.

Depois o juiz analisava cuidadosamente o corpo do Ricardão e do marido.

Se o Ricardão fosse mais forte, mais musculoso, mais jovem e mais cheio de disposição física do que o marido, o juiz inocentava a mulher adúltera sob a alegativa de que ela estava pensando no bem do Estado, uma vez que se imaginava que sendo o Ricardão mais forte do que o esposo, a mulher geraria filhos mais fortes, que, por sua vez, seriam usados por Esparta nas guerras a que estava acostumada.

E o marido saía, sem mulher e sem honra, a não ser que ele aceitasse conviver com ela.

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